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domingo, 6 de novembro de 2016

Você conhece este ator?



E este?



E este?



E este?



E este?



É o taurino Andy Serkis (20/04), o maior ator digitalizado do cinema!



O CGI (computer-generated imagery, ou imagens geradas por computador), uma das inúmeras aplicações da computação gráfica, permite que conheçamos o trabalho de Andy, mas não ele próprio! 







Muitos não dão importância ao grande trabalho de interpretação por trás dos efeitos visuais. Mas há quem reconheça o talento de Andy na composição de suas criações. Quando ele apareceu pela primeira vez em versão CGI em O Senhor dos Anéis, interpretando o hobbit corrompido Sméagol/Gollum, iniciou-se uma discussão entre críticos de cinema se o ator, por emprestar suas expressões, movimentos e voz ao personagem, deveria ser indicado ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. A questão que se levantava é que nem toda a interpretação de seus personagens provinha da captura de movimentos de Andy, ou seja, algumas de suas cenas eram parcialmente ou até mesmo inteiramente criadas em CGI. Assim, por não haver como distinguir onde terminava o trabalho de atuação e começava o de efeitos visuais, o debate deu-se por encerrado. Entretanto, tem gente que continua fazendo campanha para que ele receba o reconhecimento que merece; como este vídeo de um fã, para que ele fosse indicado ao Oscar por seu papel em Planeta dos Macacos: A Origem:



E, convenhamos, é um trabalho duro de ator, pois não basta interpretar um personagem (que muitas vezes não é humano), fazer mímica, modular ou modificar a voz, andar de cócoras, passar horas e horas fazendo testes de captura de movimentos etc.: é preciso instalar um monte de circuitos pelo corpo e no rosto, aplicar maquiagens pesadas, vestir uniformes desconfortáveis e bizarros, e usar capacetes e tiaras que devem causar uma bela dor de cabeça.














Se ainda restou alguma dúvida do baita talento de Andy, este trecho de O Senhor dos Anéis: O Retorno do Rei (na única cena em toda trilogia que ele aparece como ele mesmo), em que Sméagol se depara pela primeira vez com seu "precioso", pode ajudar no veredicto:



Ele é uma inspiração para as novas gerações.


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