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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O Blog dos Taurinos perguntou aos membros de seu grupo fechado no Facebook (se você quiser fazer parte desse grupo, é só clicar aqui e pedir para entrar!):


SENDO VOCÊ DE TOURO, COM QUAL OU QUAIS OUTROS SIGNOS VOCÊ ACHA QUE MAIS SE DÁ BEM, PELA SUA EXPERIÊNCIA DE VIDA? POR QUE VOCÊ ACHA QUE SE DÁ BEM COM ESSE(S) SIGNO(S)?


Confiram as respostas dos taurinos:





Confira as respostas a essa mesma pergunta nos outros signos:










domingo, 23 de julho de 2017

Desafio no ar, taurinos!




Siga as regras e participe! Clique na imagem para ser redirecionado! Boa sorte!

sexta-feira, 21 de julho de 2017

É neste domingo (23/07), às 20 horas, no Blog dos Cancerianos!




Para participar, taurino, você deve seguir o Blog dos Taurinos no Google, clicando no botão "Seguir" aí em cima! Seguindo a gente pelo Google, você também fica sabendo da data e do horário em que serão publicados os nossos próximos desafios!


Até lá! Boa sorte!

domingo, 2 de julho de 2017

O Blog dos Taurinos perguntou aos membros de seu grupo fechado no Facebook (se quiser fazer parte do grupo, é só clicar aqui e pedir para entrar!):


VOCÊ GOSTA DE SER DO SIGNO DE TOURO? POR QUÊ?


Confiram as respostas dos taurinos:





Confira as respostas a essa mesma pergunta nos outros signos:










quarta-feira, 21 de junho de 2017

Conheça o nosso vencedor do Primeiro Desafio do Blog dos Geminianos! E fique ligado nos nossos próximos desafios, o próximo vencedor pode ser você! Siga os nossos blogs e curta a nossa página para ficar sabendo dos desafios!


Clique na imagem para ser redirecionado.

sexta-feira, 9 de junho de 2017

Vem aí!


Esse não vai ter enigma, não! Vai ser fácil, fácil! Participe! Aberto a todos os signos!

quinta-feira, 25 de maio de 2017

Hoje é Dia do Orgulho Nerd!

Em comemoração a esta data, vamos trazer imagens de alguns adeptos do cosplay – dos indivíduos mais dedicados aos mais sem noção, dos rigorosos aos engraçados – categorizados em cada blog de acordo com alguma característica do signo.

Em Touro, conheça alguns cosplayers TEIMOSOS: crianças que também querem brincar do que os pais estão brincando! Eis o resultado:















































Conheça os cosplays dos outros signos:









Blog dos Sagitarianos


Blog dos Arietinos

domingo, 14 de maio de 2017

Para comemorar o Dia das Mães, nossos blogs irão relembrar algumas das mães mais comoventes, esquisitas ou engraçadas do cinema.


Representantes de Touro:


Cher (20/05) é a mãe solteira meio birutinha de duas filhas (Winona Ryder e Christina Ricci, em seu primeiro papel, aos 9 anos), cuja forma de lidar com os problemas é mudar de cidade. Ambientada nos anos 60, essa simpática comédia conta ainda com Bob Hoskins. 


Minha Mãe é uma Sereia (1990)


Clique no cartaz para assistir ao filme dublado.


A eterna diva Barbra Streisand (24/04) estrela o road movie Minha Mãe é uma Viagem ao lado de Seth Rogen. Nessa comédia, um jovem inventor que cruza o país a fim de realizar suas vendas, propõe à mãe, solitária e um tanto controladora, que o acompanhe. Seu objetivo secreto: jogá-la nos braços de um antigo amor, para preencher sua existência que ele julga vazia. Será mesmo?


Minha Mãe é uma Viagem (2012)


Clique no cartaz para assistir ao filme dublado.


Nesse intenso drama, Michelle Pfeiffer (29/04) encarna o pior sofrimento que uma mãe pode experimentar: ter seu filho roubado (e o que é pior, por culpa dela) e não saber o que aconteceu com ele. Até que um dia...


Nas Profundezas do Mar Sem Fim (1999)



Clique no cartaz para assistir ao filme dublado.



Assista a outros filmes do nosso Especial "Dia das Mães":

Librianos

Geminianos

Leoninos

Virginianos

Aquarianos

Escorpianos

Piscianos

Sagitarianos

Capricornianos

Cancerianos

Arietinos

segunda-feira, 1 de maio de 2017

SAIU O VENCEDOR DO 1º DESAFIO DO BLOG DOS TAURINOS!


É o Edu Justino, de Capão da Canoa, Rio Grande do Sul! Parabéns!




Ele nos respondeu pelo chat do Facebook:





Atualização!
Dia 08/06, ele recebeu o prêmio em sua casa (sua filhinha recebeu um brinde nosso também!):





Clique aqui e conheça nossos vencedores anteriores.



Explicação do enigma do Primeiro Desafio do Blog dos Taurinos:





O Vale dos Reis integra o complexo de tumbas e templos que formam uma necrópole do Antigo Egito. O vale está localizado na margem oeste do rio Nilo, oposto à antiga e poderosa Tebas, hoje englobada por Luxor. Nele se encontram as mais de 60 tumbas e câmaras mortuárias da maioria dos faraós do Império Novo (dinastias XVIII, XIX e XX), assim como de várias rainhas, príncipes e nobres.





 Ricamente adornadas com cenas do dia a dia e da mitologia egípcia, mesmo vazias hoje em dia, elas exercem um imenso fascínio por sua beleza, colorido, riqueza de detalhes e pelas pistas que fornecem sobre os costumes daquela civilização perdida, bem como da magnificência e poder dos faraós. Por isso, a área vem sendo explorada por arqueólogos há mais de dois séculos, mesmo que as tumbas já houvessem sido encontradas e saqueadas por ladrões ainda na Antiguidade. 





E agora começa o relato da grande aventura narrada em nosso enigma!

Theodore M. Davis era um rico advogado americano que patrocinou escavações no Vale dos Reis no início do século XX e fez importantes descobertas, de 1902 a 1913, sem, contudo, encontrar nenhuma tumba intacta: todas violadas e vazias. Em 1914, levado pela opinião profissional dos arqueólogos que trabalhavam para ele, Davis declarou que a era dos descobrimentos no Vale dos Reis já passara. Crendo que o vale estivesse totalmente esgotado, ele transferiu os direitos de escavação para George Edward, 5º Conde de Carnarvon, nascido em Hampshire, Inglaterra. 





Lorde Carnavon, por sua vez, contratou o arqueólogo Howard Carter, também inglês e homem de vasta cultura, para dirigir as novas escavações. 





Entretanto, a Primeira Guerra Mundial estourara e, devido a essa circunstância, seu trabalho só pôde ser iniciado em 1917. Carter estava certo da existência de um faraó chamado Tutancâmon, pois dois objetos com suas marcas haviam sido encontrados anteriormente pela expedição de Davis, na proximidade de tumbas que não eram dele, provavelmente largados por lá por ladrões de outrora, e ele se dedicou a encontrá-lo. Por causa do escaldante calor da região, as temporadas de escavações limitavam-se aos invernos de cada ano. Transcorridos cinco invernos, durante os quais a equipe liderada por Carter encontrou pouca coisa de interesse, Lorde Carnarvon estava insatisfeito com a falta de resultados e convencido de que Davis tinha mesmo razão. 





Diante disso, ele informou a Carter em 1921 que aquela seria a última temporada que financiaria. O egiptólogo argumentou e implorou a Carnarvon por mais uma temporada, garantindo-lhe que estavam muito perto de um grande achado e, graças à sua obstinação, em 6 de novembro de 1922, as pás da expedição bateram na pedra dura dos degraus da entrada do túmulo de Tutancâmon! E o que aconteceu a partir daí foi digno do melhor filme de aventura de todos os tempos (aliás, nós aqui dos Blogs sempre nos perguntamos por que razão até hoje nunca fizeram uma superprodução cinematográfica sobre isso!).










Carter vivenciou uma montanha-russa de emoções. O corredor que havia depois dos 16 degraus da entrada encontrava-se obstruído por entulho, levando-o a acreditar que estivesse prestes a se deparar, finalmente, com o sonho anelado por todos os seus colegas e historiadores: a múmia intacta de um faraó, uma tumba real inviolada. Quando removeram o entulho, entretanto, a decepção. Verificou-se que a primeira porta da câmara já havia sido aberta na Antiguidade, pois fora relacrada com os selos de faraós de períodos posteriores. Carter chegou a encontrar um túnel estreito escavado por ladrões dos tempos de Ramsés IV, que deviam ter se assustado com alguma coisa e fugido, pois, perto do buraco que haviam feito, tinham deixado para trás uma lamparina de óleo e suas ferramentas. No final de novembro, ao alcançar a segunda porta, porém, o coração de Carter acelerou: ela também estava lacrada, só que com o selo real do próprio Tuntancâmon, inviolado! 





Trêmulo de emoção, Carter aproximou uma vela do pequeno buraco que os seus assistentes haviam feito no reboco e o tênue facho de luz que mergulhou na escuridão daquela sala fechada há três mil anos foi respondido pelo reflexo dourado de um tesouro incalculável. 





O egiptólogo perdeu a fala e, por bons minutos, não conseguiu responder aos que atrás dele – Lorde Carnarvon, Lady Evelyn Herbert (filha de Carnarvon) e o egiptólogo Callender (que à primeira notícia de que Carter havia descoberto degraus que poderiam levar a uma tumba correra para o Egito), entre outros – perguntavam ansiosos o que ele estava vendo. 








E o que ele estava vendo? Pilhas inteiras de objetos preciosos, amontoados em desordem. Centenas de itens, desde utensílios do dia a dia até o carro de guerra do faraó (que desabara, pois os arreios de couro que o sustentavam com o tempo haviam se tornado uma gosma) e outras carruagens;








... de vasos de alabastro a um trono e três leitos de ouro em forma de animais; e duas grandes estátuas de madeira recobertas de resina negra brilhante postadas como sentinelas, em seus saiotes e sandálias de ouro, clava e bastão. 





















Eram quase 700 itens, que foram removidos metodicamente por Carter, analisados e catalogados, num trabalho minucioso e pioneiro, que até hoje serve de referência em escavações arqueológicas. Só para chegar ao fundo de um cofre repleto, ele gastou três semanas! 





E aquela era apenas a antecâmara. Sim, pois à medida que o trabalho progredia, repararam num pequeno buraco na parede por trás de um dos leitos e descobriram uma câmara lateral, ainda mais abarrotada do que a antecâmara. Estamos falando de antecâmara, pois, Carter já sabia que havia uma terceira câmara por trás de uma terceira porta selada, que era guardada pelas duas sentinelas mencionadas anteriormente. 





Só que Carter teve o sangue frio de conter sua curiosidade e impaciência até fevereiro do ano seguinte para abri-la, depois que o inventário de todo o conteúdo da antecâmara foi levantado e ela se encontrava vazia, dando-lhe espaço de manobra. 





Até aquele momento, em que o mundo inteiro voltava os olhos para a sua descoberta e os repórteres tinham que ser mantidos a certa distância para não atrapalhar o andamento dos trabalhos, por incrível que pareça, ainda não se tinha certeza de que encontrariam mesmo um sarcófago atrás da terceira porta. O que haviam descoberto podia não ser uma tumba, e sim, um depósito. Em 17 de fevereiro de 1923, às duas horas da tarde, 20 pessoas (de cientistas a membros do governo) que haviam obtido a permissão de presenciar a abertura da terceira porta encontravam-se reunidas na antecâmara para o grande momento.





Haveria, de fato, uma múmia intocada atrás daquela porta? Os tesouros já encontrados poderiam ser suplantados por uma grandiosidade ainda maior? Carter repetiu o gesto de três meses antes e meteu uma lâmpada elétrica pela abertura que fizera, com auxílio de seus assistentes e de Callender.






Não soube o que dizer para sua plateia que aguardava em meio a um burburinho de agitação. O que ele via era um reluzente e sólido muro de ouro maciço que preenchia toda extensão à esquerda e à direita até onde sua vista alcançava. 








Quando afinal retiraram mais pedras, todos puderam compreender que o tal muro era a face frontal de uma urna desmesuradamente grande (media 5,20 X 3,35 X 2,75m)...










... que, descobriu-se depois, abrigava em seu interior, uma dentro da outra, outras três urnas revestidas de ouro, que por sua vez continham um sarcófago externo, um de quartzito amarelo e, dentro dele, o espetacular sarcófago principal, cuja tampa de granito pesava 590 kg, com a múmia do rei adolescente (que deve sua celebridade à essa sensacional descoberta, já que seu breve reinado foi insignificante em termos históricos). 


Carter abrindo as portas da segunda urna.


Como se o que viam já não fosse suficientemente impressionante,  a câmara da urna tinha uma sala anexa que Carter, Carnarvon e as demais testemunhas constataram, maravilhados, ser a sala do tesouro, propriamente dito, contendo o santuário canópico guardado por três figuras femininas também em ouro.
















Naquele dia, entretanto, os trabalhos se encerraram por aí. Seguiu-se outro longo período de remoção e catalogação. 


Recentemente, descobriu-se que esta adaga encontrada na tumba de Tutancâmon foi forjada com ferro originário de um meteorito.




















































Conteúdo resumido da tumba: adornos pessoais e amuletos (pulseiras, tornozeleiras, fivelas, escaravelhos, pingentes, peitorais, colares, brincos, anéis); 6 carruagens; leitos rituais, camas e e apoio para cabeça; cadeiras e pequenos móveis; 2 tronos, sendo um de ouro; máscara mortuária, cetro (heqa) e chicote (mangual); três sarcófagos, sendo um de ouro maciço, e as urnas funerárias que os continham; santuário canópico; material funerário; estátuas e estatuetas; baús de diversos tamanhos; punhais, armas e escudos; instrumentos musicais; equipamentos de escriba; lâmpadas; ornamentos; vasos e jarras; 139 bengalas de ébano, marfim, prata e ouro (constatou-se que Tutancâmon tinha uma perna defeituosa e precisava de apoio); 50 peças de roupas e acessórios, incluindo túnicas, saias, luvas e echarpes; diadema real; jogos de tabuleiro de ébano; provisões de alimentos e vinho (30 jarras); perfumes, óleos e pomadas cosméticas.





































































Lorde Carnavon não chegou a ver nem o sarcófago nem o seu conteúdo quando afinal foi aberto (1925/1926), pois faleceu em 6 de abril de 1923.

























Ao fazer a barba, ele inadvertidamente raspou a navalha por cima de uma picada de mosquito que já estava infeccionada e o quadro se agravou, ocasionando septicemia. 





Sua neta, Patricia Leatham, conta: "No momento em que ele morreu, toda a luz do Cairo se apagou e, naquela época, todos os serviços públicos do Cairo eram administrados pelo exército britânico e não havia meios de eles religarem a energia. Não encontraram motivos para a energia ter acabado. Vinte minutos depois a energia foi restaurada. A pequena fox terrier de Carnavon, Suzie, estava dormindo em sua cesta no quarto da governanta, no castelo de Carnavon na Inglaterra. E no mesmo momento em que Carnavon morreu, Suzie sentou em sua cesta, uivou e morreu". 


O castelo de Carnarvon serviu de ambientação para a série inglesa Downton Abbey.


Lorde Carnarvon e sua filha, Lady Evelyn Herbert, mãe de Patricia Leatham, ao chegarem na estação de Luxor, no dia 23 de novembro de 1922, para presenciarem a abertura da tumba de Tutancâmon.


Essa morte chocante, tão em cima da descoberta da tumba de Tuntancâmon, sem dúvida deve ter dado origem à lenda (ou não?) da maldição do faraó. Enquanto alguns céticos (o próprio Carter entre eles) afirmam nada haver de verdadeiro em tal superstição, outros enumeram as mais de 20 mortes de pessoas relacionadas de uma forma ou de outra às escavações e descoberta como prova. Os primeiros atribuem à imprensa a propagação da história da maldição. Como o interesse do público pelo achado arqueológico só crescia e as notícias eram esparsas devido à lentidão dos trabalhos, a solução era manter tal interesse aceso a todo custo, às vezes, de forma sensacionalista. A morte de Lorde Carnavon nesse contexto foi um prato cheio para jornalistas sem um mínimo de conhecimento do Egito Antigo, mas que precisavam preencher páginas inteiras de jornal. 





E foi assim que se espalhou que havia a seguinte inscrição na tumba: “A morte virá com asas ligeiras sobre aqueles que perturbarem o repouso do Faraó”. 





Do outro lado, os que acreditam reúnem evidências de que algum poder sombrio de fato foi liberado nas escavações e apontam como o início de tudo o episódio também relatado pela neta de Carnavon: “Carter morava sozinho e havia comprado um canário para lhe fazer companhia (...). Logo depois de ter encontrado a tumba, foi à sua casa...



Casa de Howard Carter em Luxor.









... e encontrou um de seus criados correndo em sua direção com um punhado de penas amarelas nas mãos dizendo: "Meu senhor! Ouvi um barulho, e quando fui ver o que era uma naja estava comendo o canário! Isso é um mau presságio, é azar!". Ao que Carter respondeu: "Não seja tolo, apenas certifique-se de que a naja não esteja mais dentro da casa". 



Lorde Carnarvon lendo na varanda da casa de Carter.


Nessa aventura toda, entretanto, uma reflexão não pode deixar de ser feita: se o sepultamento de um rei-menino, de um faraó inexpressivo como Tutancâmon foi realizado com tamanho luxo e beleza, que tesouros ainda mais extraordinários não devem ter sido saqueados das demais tumbas do Vale dos Reis ao longo dos séculos e desapareceram para sempre?






Explicação dos versos do enigma:

Na primeira estrofe, temos Lorde Carnarvon com a palavra, prevenindo-nos de que não basta descobrir quem é ele; a resposta certa é o nome de seu amigo:


Preste atenção no que digo:
Não é a mim que procura,
Mas boas dicas lhe dou
Contando nossa aventura.
Quer conhecer meu amigo?
Antes descubra quem sou!


Lorde Carnarvon prossegue dando pistas a seu respeito, inclusive sua nacionalidade (Albion é o nome poético para a Inglaterra, ainda hoje usado):


Eu, diletante abastado,
Nobre em Albion nascido
Hoje estaria esquecido
Não fosse o amor ao passado,
Caça ao tesouro perdido,
Perito financiado.


Nos três últimos versos, desconfiamos que ele deve ser um arqueólogo e amador (por causa do “diletante” lá em cima) e que sua área de atuação foi o Egito, cuja alcunha é “A dádiva do Nilo”. Sabendo a localização, não é difícil concluir que os versos “Viva e morta frente a frente/ Antigo fausto finado” fazem referência à antiga, rica e poderosa cidade de Tebas, que ficava na margem oposta à necrópole (cidade dos mortos), que inclui o Vale dos Reis:


No coração do presente
Pelo rio ofertado
Viva e morta frente a frente
Antigo fausto finado.
Era lá nosso destino!


Nos versos seguintes, somos informados de que o amigo de quem fala é taurino e que é arqueólogo:


Perseverou o taurino
Que você quer desvendar
Provando que estava certo,
Desnudou a céu aberto
O segredo milenar.


O verso “entre minaretes mil” entrega que estamos falando do Cairo, pois sua alcunha é “Cidade dos mil minaretes”; no último verso, ficamos sabendo o mês em que morreu quem está falando e, no segundo, terceiro e quarto versos, a causa da morte:


Agora vem o esquisito.
A picada do mosquito
A navalha piorou.
A febre me devastou:
Entre minaretes mil
Caí morto em abril.


Os versos abaixo servem de confirmação para quem está tentando solucionar o enigma e já desconfia de quem são os dois amigos:


No meu último instante
Toda a cidade apagou;
Lá no castelo distante
Com ganido lancinante
O meu cão também tombou.


Os últimos versos entregam de bandeja a solução: se estamos falando de uma expedição arqueológica no Egito e que uma maldição começou a circular, basta fazer uma busca sobre “Maldição do faraó” que num instante chega-se aos nomes de Lorde Carnarvon e Howard Carter, cujas perseverança e paciência metódica não negam ser ele um típico taurino (nascido em 09/05):


A imprensa em polvorosa
Pela morte impiedosa
Desatou a especular...
E a praga poderosa
Começou a circular!



Agora saiba como foi que Edu chegou à solução, contado por ele próprio:

"Primeiro procurei pistas sobre 'Eu, diletante abastado, Nobre em Albion nascido'. Albion é o nome celta ou pré-céltico da Grã-Bretanha. Estamos procurando por algum intelectual rico inglês. 'Entre minaretes mil Caí morto em abril.' Isto é o CAIRO - A CIDADE DOS MIL MINARETES, com essa informação, foi fácil achar um caçador de tesouro que morreu em abril, no Cairo. Este foi Conde de Carnarvon, que financiou Howard Carter, o 'perito financiado', descobrindo a tumba de Tutancâmon em 1922 no Vale dos Reis. Morreu como diz no verso, pela picada de um mosquito. Quem é meu amigo? Howard Carter, nascido em de maio de 1874, taurino."