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domingo, 30 de abril de 2017

Parabéns aos taurinos de Big Bang Theory, Johnny Galecki e Kunal Nayyar, que anivesariam hoje, juntos!




Galecki nasceu em Bree (calma lá, fãs de Tolkien, não é aquela Bree que fica a leste do Condado!), Bélgica, e antes de se tornar o Leonard da série mais nerd da televisão, tinha participado de alguns filmes e séries. Podemos vê-lo como Rusty, o filho de Chevy Chase e Beverly D'Angelo e irmão de Juliette Lewis em Férias Frustradas de Natal...




... e Jason, o garoto responsável pelo primeiro beijo de Blossom, no quinto episódio da primeira temporada da série homônima estrelada pela atriz – e neurocientista! – britânica Mayim Bialik, que faz a Amy Farrah Fowler em The Big Bang TheorySim! A participação de Bialik na série é um easter egg (piada interna)! Confira a cena dos dois atores mirins: 




Nascido em Londres, Nayyar passou grande parte da infância e toda a adolescência em Nova Déli, Índia, e conquistou o papel do Raj de Big Bang Theory por puro talento, pois suas únicas experiências na indústria do entretenimento tinham sido uma pontinha em NCIS: Investigações Criminais e interpretando um entregador de pizza num misterioso filme de comédia chamado S.C.I.E.N.C.E – que alcançou a mesma pontuação no IMDb de grandes clássicos do cinema! (Que filme é esse?? Se alguém souber de mais informações, deixe nos comentários, por favor!!!)




Apesar de estar limitado a interpretar indianos por conta de seu sotaque carregado (ele até escreveu um livro sobre isso: Yes, My Accent is Real), depois do sucesso alcançado com a série a carreira de Nayyar decolou e ele conseguiu vários trabalhos, mais em seriados do que em filmes e, nos últimos anos, particularmente animações. Você já deve tê-lo ouvido emprestando sua voz por aí:


Como o Dr. Pakij em Fantasy Hospital



Como Vijay Patel em Sanjay and Craig.



Como Guy Diamond em Trolls.



Como Gupta em A Era do Gelo 4.


Para comemorar este dia, relembre uma cena de The Big Bang Theory que, apesar de não ter nenhum dos dois aniversariantes, tem a participação especial de um dos grandes responsáveis pela onda nerd que vivemos neste século: a lenda viva Stan Lee, pai dos melhores super-heróis da Marvel.




EXTRA! EXTRA! Aqui está uma foto de Johnny Galecki e Kunal Nayyar brigando pelo sabor do bolo que escolheriam para comemorar esta data, uma informação obtida com exclusividade pelo Blog dos Taurinos!




BAZINGA!





JOGUE AGORA:
O JOGO TOSCO DO THE BIG BANG THEORY!


terça-feira, 25 de abril de 2017

Vem aí!




Está preparado?


Dia 01/05, às 20hs, no Blog dos Taurinos. Todo mundo pode participar, de qualquer signo! O vencedor leva o prêmio!


Conheça os vencedores dos nossos desafios anteriores.

Primeiro Desafio do Blog dos Aquarianos

Primeiro Desafio dos Blog dos Piscianos

quarta-feira, 19 de abril de 2017

Nossa lojinha www.arte3f.com.br que colocamos no ar para ajudar a manter os blogs está com promoção:



sexta-feira, 14 de abril de 2017

Nesta Sexta-Feira Santa...




... os nossos blogs trazem um especial sobre a ópera-rock Jesus Cristo Superstar, destacando em cada um dos signos um aspecto diferente da obra, seja o álbum duplo que deu origem a tudo, as montagens teatrais que até hoje são realizadas, ou, principalmente, o filme. Então, vale a pena percorrer todos, pois, para aqueles que já conhecem o musical, a lembrança será oportuna e apreciada; para os que ainda não o conhecem, nossos blogs têm muito orgulho de lhes apresentar esse grande momento da música!

  
Andrew Lloyd Webber (à esquerda) e Tim Rice.


Concebido nos anos 70, o álbum conceitual da dupla Andrew Lloyd Webber e Tim Rice parecia já imbuído de sua importância e atemporalidade. Sim, pois diferente de outros frutos nascidos sob a influência do flower-power, da contracultura e do movimento hippie, como o musical Hair, por exemplo, JCS não ficou datado. Escutamos ou assistimos à obra hoje sentindo o mesmo impacto e admiração que ela causou quando foi lançada. A música de Andrew Lloyd Webber é excepcional e as letras de Tim Rice continuam ferinas, precisas e surpreendentes, com tamanho poder de síntese da verdadeira essência dos Evangelhos, que nem mesmo os mais conservadores conseguem rejeitar o musical como sacrílego, não importando a irreverência e as liberdades tomadas, pois a figura de Cristo acaba sendo mostrada em sua serena grandeza e autoridade com muito mais força do que em encenações mais convencionais e certinhas. No filme, isso é ainda mais acentuado pela comovente interpretação de Ted Neeley.




O libreto, permeado de anacronismos intencionais, gírias e comportamentos e ótica contemporâneos, centra-se nos últimos sete dias da vida de Jesus, começando com os preparativos para sua entrada triunfal em Jerusalém, no Domingo de Ramos, e termina com a crucificação, tudo isso contado do ponto de vista de Judas Iscariotes, retratado como uma figura trágica, insatisfeito com o fato de Jesus não aproveitar sua popularidade para encabeçar uma rebelião contra os romanos.




Tanto no álbum como no filme, Carl Anderson brilha como Judas, que é o fio condutor e, em última análise, o verdadeiro protagonista. Então, é de se ressaltar a importância do fato de o papel ter sido dado a um ator negro. Fosse hoje em dia, onde a preocupação com o politicamente correto leva, às vezes, ao efeito contrário do desejado, o papel de Judas, o traidor, jamais seria oferecido a um ator/cantor negro, por medo de que a opinião pública achasse que seria racismo. Naquela época, quando a geração hippie genuinamente vivia a igualdade entre todos, a parte de Judas foi oferecida a Carl Anderson sem segundas considerações simplesmente porque ele era um soberbo tenor e um intérprete cheio de nuances e da intensidade que o papel pedia. Certamente não fariam isso nos dias de hoje, e seríamos privados de sua atuação. Esse rolo compressor do “politicamente correto” cerceia muitos atores negros atualmente, já que quase nunca são chamados para papéis de vilões, perdendo grandes oportunidades. Só nomes muito consagrados como Morgan Freeman e Samuel L. Jackson, por exemplo, fogem a essa regra não escrita, mas amplamente praticada. Tanto é, que em filmes e seriados de suspense, o culpado praticamente nunca será o suspeito negro e, como o público já sabe disso, o número de suspeitos para ele é reduzido logo de cara e o mistério também. E isso resulta em racismo, da mesma forma, pois atores negros são chamados sempre para papéis muito dignos de médicos ou juízes, mas que na trama não têm a menor importância. Isso sim é racismo! Então, que bom que Jesus Cristo Superstar é de 1970 e nós hoje podemos nos deleitar com o show de Carl Anderson interpretando o maior vilão de todos os tempos.


***


A montagem de Jesus Cristo Superstar na Broadway e seu diretor, o taurino Tom O'Horgan (03/05):




Nascido em Chicago, Illinois, desde muito pequeno O'Horgan envolveu-se com o mundo do teatro, fosse escrevendo sua primeira peça, The Doom of the Earth, aos 12 anos de idade, ou criticando como "inadequadas" as instalações do teatro da primeira escola em que estudou. Já adulto, com sua percepção vanguardista do teatro e considerável reputação angariada por seu trabalho com o La MaMa Experimental Theatre Club, em 1968 ele foi escolhido pelos autores de Hair para a montagem da peça na Broadway.





Trabalhando com atores amadores, muitas vezes recrutados entre os hippies nas ruas, O'Horgan usava nos ensaios diversas técnicas inovadoras, inclusive improvisações, várias das quais foram incorporadas ao script. O'Horgan encorajava a liberdade e a espontaneidade em seus atores, e introduziu "um estilo orgânico e expansivo de encenação" que nunca havia sido visto na Broadway e causou forte impressão. Durante as mais de 1.700 apresentações a peça recebeu várias indicações a prêmios teatrais, inclusive ao Tony de Melhor Musical e Melhor Diretor. Seus trabalhos seguintes na Broadway foram a direção da peça de Julian Barry, Lenny, e de Jesus Cristo Superstar



O'Horgan orientando Ted Neeley e Ben Vereen


Tanto Ted Neeley como o primeiro intérprete de Judas Iscariotes, Ben Vereen, já haviam trabalhado com O'Horgan em Hair (Vereen inclusive ganhou o Theatre World Award por esse trabalho) e por isso foram chamados pelo próprio diretor. E Neeley ainda voltaria a trabalhar com O'Horgan em 1974, já consagrado por sua atuação no papel de Jesus tanto no teatro como no cinema, numa peça baseada no álbum divisor de águas dos Beatles, chamada Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band on the Road, na qual interpretava Billy Shears, que, segundo a lenda urbana, era o sósia que teria ocupado o lugar de Paul McCartney "após sua morte".




Depois de uma vida dedicada ao teatro e várias peças de sucesso, os últimos sete anos da vida de O'Horgan foram marcados pela impiedosa evolução do Alzheimer e ele faleceu em 2009, aos 84 anos.





Assista ao filme completo legendado:





Veja também:








Saiba mais sobre a Andrew Lloyd Webber (Blog dos Arietinos), o compositor da ópera-rock

Saiba mais sobre Josh Mostel e Ernie Cefalu (Blog dos Sagitarianos), respectivamente, o intérprete de Herodes e o designer da clássica capa do álbum

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Voltamos! Nossa lojinha ficou alguns dias fora do ar para cadastrarmos produtos, mas estamos de volta com novidades! Conheçam os nossos Fandom Blocks, quadrinhos coloridos de sua série ou filme preferido! Arte original, assinada! Exclusivos e colecionáveis, para você enfeitar a sua parede! Vem aí uma enxurrada deles!



quarta-feira, 5 de abril de 2017

O dia hoje é de Butcher Billy!




Quem acompanha nossos blogs já percebeu que a tônica em todos eles é a cultura pop. Sendo justamente essa a força motriz do trabalho do artista brasileiro Bily Mariano da Luz (elevada à enésima potência), dedicaremos a ele as postagens de hoje.




Isso mesmo: postagens com diferentes obras dele em todos os blogs a fim de termos espaço minimamente suficiente para uma amostra de sua torrencial produção! Os retratados encontram-se organizados por seus respectivos signos. Então, para você curtir todos os exemplos que selecionamos da arte feroz de Butcher Billy que ganhou o mundo, é só clicar nos links dos demais blogs ao final do post.




O trabalho desse curitibano, inspirado por uma variedade de fontes da cultura pop como música, quadrinhos, games, cinema etc., é a um só tempo criativo, impactante e nostálgico... Nos seus mashups (fusão de universos distintos), ele não se preocupa nem um pouco em ser politicamente correto nem em seguir regras. Sua arte única é um caos genial e cheio de atitude!






Curiosidade 1: em 2016, Butcher Billy publicou nas redes sociais o acordo de confidencialidade que assinou para participar da produção da quarta temporada de Black Mirror, série original da Netflix. As artes para as capas dos episódios das temporadas anteriores da ficção científica...





... chamaram a atenção até do próprio roteirista do seriado, o inglês Charlie Brooker, que contatou o ilustrador diretamente pelo Twitter.





Curiosidade 2: para quem ficou se perguntando, Butcher Billy é pisciano (19/03).




Confira agora algumas de suas obras. Divirta-se! 











Robert Smith (21/04)




Sid Vicious (10/05) e Nancy Spungen




Uma Thurman (29/04) na série "Geek Ness"




Salvador Dalí (11/05)



Jack Nicholson (22/04|)




Ian McCulloch (05/05)






Mark Motherbaugh (18/05)




Mark Zuckerberg (14/05)




Mark Chapman (10/05)






José Sarney (24/04) e José Genoíno (03/05) como Horácio e Chico Bento, respectivamente, na Turma da Mônica/Dilma, ou melhor, na série intitulada "Superaventuras da Turma do Planalto"



Veja outros trabalhos de Butcher Billy:










Sagitarianos

Arietinos

terça-feira, 4 de abril de 2017

Atenção fãs de Prision Break: tem post novo sobre o seriado e sua sequel no Blog dos Geminianos/Blog dos Aquarianos.

sábado, 1 de abril de 2017